Cientistas encontram vestígios de maconha em cachimbo de Shakespeare

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Um estudo publicado  pelo South African Journal of Science diz que foram encontrados vestígios de maconha em cachimbos que estavam no jardim de William Shakespeare. Seria essa a explicação para tamanha genialidade em suas obras? Ou apenas uma tentativa de desmistificar a droga mostrando que até mesmo uma das maiores mentes da história era adepta da erva proibida?

Os responsáveis pelo estudo, entretanto, dizem que é prematuro alegar que o próprio escritor tenha sido usuário da substância. Através de um técnica avançada chamada de espectometria de massa de cromatografia gasosa, os pesquisadores identificaram a presença da cannabis em oito de 24 fragmentos de cachimbos coletados na cidade de Stratford-upon-Avon, onde Shakespeare viveu há mais de 400 anos. Quatro desses fragmentos com maconha foram coletados no próprio jardim do dramaturgo.

Além da maconha, o estudo identificou a presença de cocaína peruana em dois fragmentos – nenhum deles, entretanto, veio do jardim do gênio da literatura. Para alguns estudiosos de sua obra, Shakespeare teria dado a entender que era usuário de ambas as substâncias em alguns sonetos.

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Por exemplo, no “Soneto 76” ele descreve a invenção de uma “erva daninha”. Para alguns pesquisadores de sua literatura, essa pode ser uma referência à maconha. Em outra passagem do mesmo soneto, Shakespeare fala sobre “compostos estranhos”, que seriam a cocaína.

“A análise literária e a ciência química podem ser mutuamente benéficas, trazendo as artes e as ciências juntos em um esforço para entender Shakespeare e seus contemporâneos”, declara Francis Thackeray, antropólogo da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, na África do Sul.

E aí? Será que o maior escritor de todos os tempos também era consumidor dessas substâncias? O que você acha?

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